Chegou, chegou, chegou! A edição definitiva de uma das HQs mais aclamadas do mundo, lançada hoje pela Panini Books, chegou às minhas mãos. Comprei há algumas semanas, em pré-venda. Chegou, chegou, chegou!
Todo mundo que curte quadrinhos de alguma forma já passou por “Watchmen”. Quer seja pelos comentários que ouve a respeito, quer seja pelas influências que esta história mirabolante da década de 80 deixou aos seus herdeiros, quer seja pelas páginas do próprio. A questão é: “Watchmen” é uma obra fundamental pra quem curte gibi.
Com a euforia (totalmente justificada) causada pela estréia mundial do filme, que é hoje!, a Panini lançou essa pérola. Lembro que vivia ouvindo coisas sobre “Watchmen”, mas só mesmo há uns dois anos foi que tomei vergonha na cara e resolvi ler. Por incentivo de Carlos Fialho que, numa dessas bienais que a gente foi por causa do Jovens Escribas, me disse que eu tinha que ler. Mas disse com tanta convicção, que resolvi levar a sério.
Arranjei o dito-cujo, li todinho, delirei e fiquei esperando pacientemente o lançamento do filme. Eu sabia que pertinho disso sairia uma versão completa da saga. Chegou, chegou, chegou!
O livro tem 460 páginas, numa edição luxuosa, com capa dura e impressão impecável. Além da história completa, que compila todos os números da série de Alan Moore que foi publicada entre setembro de 1986 e agosto de 1987, a edição traz alguns extras imperdíveis para os fãs: estudos da criação dos personagens, trechos do roteiro, posfácios do roteirista Alan Moore e do desenhista Dave Gibbons, além de desenhos extras usados em campanhas beneficentes, testes de aprovação da DC Comics etc.
A história em si, devido a quantidade de posts que já pipocaram pela net, você já deve saber. Vou tentar não tomar seu tempo: o grupo de super-heróis Minutemen está aposentado e um assassino misterioso passa a aniquila-los. Claro, isso é a ponta do iceberg. Alan Moore imaginou um mundo em que os super-heróis realmente existem e em cima dessa premissa criou situações que mudaram pra sempre o mundo dos quadrinhos.
Como um bom nerd que sou (sim, eu admito, sou!), vou reler o volume inteiro antes de entrar no cinema para ver a adaptação. Isso porque serei, com certeza, aquele chato que fica comentando de soslaio que “isso está acontecendo por causa disso, sabia?”. Ah, se vou!
