[NOTÍCIA]
ORKUT DESPENCA NO RANKING DAS REDES SOCIAIS

10 fevereiro 2009 § Nenhum comentário ainda

Do 15º ao 21º lugar. Essa é a posição do Orkut no ranking de visitas das redes sociais. Ninguém explica o sucesso dele no Brasil. No resto do mundo, perde pra Facebook (1º), Myspace (2º) e até Twitter (que está na 3ª posição e foi a rede social que mais cresceu). Aqui, entretanto, orkutar segue sendo um hábito imbatível.

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[MICROARTIGO]
LÁ VEM O PROTECIONISMO AÍ GENTE

6 fevereiro 2009 § Nenhum comentário ainda

A crise começa a deteriorar relações entre países. Medidas econômicas protecionistas são aprovadas no Senado americano. Itália caça imigrantes como bichos. Franceses boicotam o vinho chileno… É, amigo, a crise não é crase.

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[NOTÍCIA]
HACKERS INVADEM SITE DA ASSOCIAÇÃO ANTI-PIRATARIA DE MÚSICA E CINEMA

6 fevereiro 2009 § 1 comentário

Foi uma vingacinha por terem retirado do ar o site Legendas.tv. Quem tentou acessar o site da APCM foi redirecionado ao Mininova (famoso site de compartilhamento gratuito de arquivos). Antes, a mensagem: “Viva ao download livre”. O site da APCM seguie fora do ar.

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[NOTÍCIA]
CANDIDATO DE MÃE LUÍZA PLAGIA JINGLE DE VOBER

5 fevereiro 2009 § Nenhum comentário ainda

Xixito, candidato ao Conselho Comunitário de Mãe Luíza, fez sua própria versão do jingle de Vober: “Por isso quero Xixito / Xixito dessa vez / É melhor pra Mãe Luúiza / Quem compara quer Xixito / Quer a chapa 3…”. A mensagem circula em carros de som pelos arredores do bairro.

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[CRÔNICA]
AGORA TAMBÉM NO TWITTER

5 fevereiro 2009 § 14 comentários

twitter-01

Eu tenho medo, muito medo, medíssimo de me tornar obsoleto. Não tenho vergonha de admitir. Quando começaram a falar de blog, eu não sosseguei enquanto não descobri que porra era isso. Era um tal de “li no blog de Fulano” pra cá, “li no blog de Sicrano” pra lá. E eu pensava: existem pessoas normais gerando conteúdo pra web? (claro, eu não pensava exatamente assim, porque a expressão “gerar conteúdo pra web” ainda não era popular naquela época).

Com a popularização da internet, mais e mais novidades passaram a surgir todos os dias. Veio Fotolog, Orkut, Facebook, e-Mule, torrent. E eu segui a maré: criei perfis, interagi, postei, compartilhei, baixei. Até que surgiu o Twitter.

Ponto. Parágrafo.

Amigos, o Twitter me intriga há meses. Pelo que pude entender, trata-se de um serviço de postagens que mistura Orkut e blog: você gera conteúdo como um blog, mas cria uma rede de relacionamentos como o Orkut. A diferença é que esse conteúdo gerado não ultrapassa o limite de 140 caracteres por postagem. Como limite de caracteres não é bem a minha praia (quem acessava a primeira versão do PLOG lembra muito bem que esse terrível sistema do TheBlog me fazia sofrer ao ter que editar textos para caberem no número máximo de 400 toques), eu relutei em aderir ao Twitter.

Não só por isso, claro. Sempre pensei que os serviços da internet só fazem sentido quando têm uma utilidade. Alimentei o Fotolog, portanto, até quando me foi útil. Depois, perdeu a graça. O Orkut e o Facebook têm me servido a contento para manter-me próximo de amigos distantes e fazer eventuais divulgações. Então, mantenho. O blog, nem se fala, é meu xodó. Através dele, conheço pessoas interessantes, descubro novidades, difundo idéias mil. Torrent e e-Mule, tadinhos, são meus vícios atualmente (um amigo até brinca dizendo que a qualquer hora homens de preto invadirão meu apartamento para apagar minhas memórias). Mas o Twitter… bem, eu não via utilidade alguma naquilo.

As pessoas postam coisas como “O 4º episódio é o melhor da 5ª temporada de Lost. Até agora” e pronto, acabou o post. Sem nenhum dado a mais, nenhuma possibilidade de comentários, nenhuma fotinha pra quebrar o gelo. Eu realmente achava uma perda de tempo total.

Mas quando estreei o novo PLOG, em 1º de janeiro, o amigo Sandro Fortunato me alertou por MSN do importante que seria ter um Twitter. Quando perguntei o porquê do alerta, ele não me deu argumentos plausíveis, sequer provas cabais. Apenas disse: just do it. Não acreditei no Fortunato e segui com minha relutância. Hoje, porém, acordei com vontade de twittar. Não sei o que me deu. De repente, criei meu perfil no Twitter, iniciei as postagens de até 140 toques, linkei no PLOG (criando a seção NANOSCÓPIO) e estou bem. Sim, juro que estou. E vale salientar: foi tudo tão rápido e fácil que nem parecia internet.

Marlos Ápyus, atendendo ao meu apelo, postou hoje o texto PRA QUE DIABOS SERVE O TWITTER?, no qual responde à questão que a maioria dos usuários não consegue responder. No meio do texto, Ápyus resume: o Twitter é um blog para pessoas sem tempo de escrever longos parágrafos. Isso é verdade. Muitas vezes, quero compartilhar apenas um link e dizer: olha, que ducaralho. No formato do meu blog, isso não é possível. Temos que criar títulos, adicionar tags, escolher a coluna, colocar fotos. Tudo isso, amigo, leva tempo. Com o Twitter, esse tipo de postagem se torna mais ágil. Além disso, o Twitter dá a possibilidade de postagens através de SMS. De onde quer estejamos. Em tempo real. Tem outras funcionalidades também, mas ainda não descobri completamente.

O fato é que não vou ficar obsoleto se depender do meu desejo. Mas espero, sinceramente, que outra novidade do tipo demore a surgir. Venho gerando conteúdo demais pra essa tal de web.

Ps.: A postagem do Twitter citada acima, com todo o respeito, foi de Marlos Ápyus.

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[DIÁRIO]
CURIOSO PRA SABER O QUE EU ACHO DE MICARLA?

5 fevereiro 2009 § Nenhum comentário ainda

Decidi não falar nada sobre administração da nova prefeita de Natal, Micarla de Souza. Pelo menos por enquanto. Vou esperar até que ela complete 100 dias de mandato. Então emitirei minha primeira opinião. Por hora, sigo coletando dados.

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[DIÁRIO]
POST SOBRE SUPOSTOS PLÁGIOS DE AGÊNCIA MOSSOROENSE CONTINUA A REPERCUTIR

4 fevereiro 2009 § Nenhum comentário ainda

Enviei o link do post PLÁGIO: AGÊNCIA DE MOSSORÓ PARECE SER ESPECIALISTA para a lista do Jornalistas na Web. Instantaneamente, o post se encheu de comentários indignados. Mas os donos da agência Mais, até agora, não entraram em contato comigo como prometeram por e-mail. Aguardem novos lances.

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[NA REDE]
GOOGLE LATITUDE: LOCALIZE ATÉ O WALLY ATRAVÉS DO GOOGLE MAPS

4 fevereiro 2009 § 3 comentários

wally

Mais um post sobre o Google. É, mais uma vez. O problema é que a empresa é tão inovadora que sempre dá pano pra manga. Dessa vez, o assunto é o Google Latitude, novo serviço da empresa que integra seu Google Maps aos celulares para servir como localizador de pessoas. Isso mesmo. Nunca mais você vai se perguntar onde está Wally. A partir de agora, dá pra saber exatamente onde seus amigos, parentes e contatos em geral estão. A notícia ruim é que eles poderão saber onde você está também.

O novo serviço, segundo a assessoria de imprensa da empresa, vem para responder a grande questão das ligações de celular: está onde? Dez a cada dez chamadas de celular começam assim. Com o Google Latitude, essas pergunta cai em desuso. Em contrapartida, as utilidades ao aplicativo são infinitas. Marcar encontros em grandes eventos, como um show, por exemplo, se torna uma tarefa simples. Para pais preocupados com filhos adolescentes soltos na noite, também é um alívio. E pra descobrir exatamente qual o bar em que seus amigos estão reunidos, então, será moleza. Basta ter um celular com pacotes de dados e uma conta Google.

O Google Latitude, lançado com a versão 3.0 do Google Maps, permite ainda compartilhar localizações automaticamente com os contatos, ocultar a própria localização de determinadas pessoas e ainda dizer o que você está fazendo no lugar em que está. Por questões de privacidade, o serviço não disponibiliza seu itinerário, apenas a localização atual. A atualização acontece a cada 3 minutos em média.

O serviço, obviamente, tem um quê de perturbador. Já pensou o que pode acontecer se você esquecer de desativá-lo justo no dia em que pula a cerca com a secretária? E se as empresas exigirem o localizador sempre ativo pra não ter desculpa esfarrapada pros atrasos? Ou pior: e se um inimigo seu for assassinado e o Google colocar você na cena do crime no momento exato do homicídio? Parecem elucubrações de enredo de ficção científica, mas as possibilidades de enrascadas que o novo aplicativo pode criar são totalmente plausíveis.

Entretanto, segundo a empresa, não há motivo para pânico. O serviço só funciona se você ativá-lo (através da página WAP google.com/latitude) e quem se cadastrar tem controle total sobre a própria localização: pode ativar e desativar o localizador na hora que quiser, com apenas alguns cliques no celular. O perigoso banco de dados que o serviço gera, entretanto, não foi assunto de nenhuma nota oficial.

A cada produto que o Google lança, uma pergunta lateja na minha cabeça: aonde vamos parar? Vale salientar que a empresa, apesar de ser oficialmente do setor de internet, estuda há anos a viabilidade de prestar serviços em diversas áreas da tecnologia, desde a telefonia até a TV a cabo. Estando na vanguarda da integração de serviços, o Google mostra que se prepara para um mundo bem diferente do que vivemos hoje. Onde vamos parar, eu não sei. Mas no dia em que pararmos, vai constar a localização exata no Google Latitude. Disso tenho certeza.

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[OPINIÃO]
EU E O SECRETÁRIO – por anderson foca

4 fevereiro 2009 § Nenhum comentário ainda

cesar

Estava em casa segunda de noite, meio mareado com uma longa viagem que fiz com os Camarones no final de semana quando toca o telefone com uma voz alegre e pulsante. Era César Revorêdo, Secretário de Cultura do município de Natal. Três minutos de prosa e ele me convidou para uma visita à Capitania das Artes ontem pela manhã.

Me preparei, anotei alguns tópicos que não queria esquecer, pensei no que podia gerar tal fato e fui. Esperei um pouco no movimentado hall da Capitania, fui recebido antes pelo Coordenador de Eventos do secretário, o amigo Castelo Casado e finalmente veio o tal encontro. Eu e o secretário.

A primeira coisa que percebi na longa conversa é que César é espivitado e hiperativo, o que considero um grande trunfo para quem está a frente de um orgão tão cheio de tarefas minunciosas como a secretaria de cultura. Ele também me pareceu detalhista (deve ser comum em artistas plásticos), anotando pequenas críticas que fiz a respeito da estrutura física dos carnavais anteriores, inclusive resolvendo algumas delas imediatamente. Fui lá exatamente para isso: dar meu parecer e meu ponto de vista sobre alguns assuntos de interesse da comunidade musical potiguar.

Concordamos com o fato de que existe uma roda na economia da cultura e que não deve ser quebrada e nem interferida pelo estado. Nesta roda estão os músicos, produtores, as casas de shows, teatros e todos aqueles que estão de alguma maneira ligados a isso. Concordamos que não cabe ao estado substituir qualquer um desses itens. Cabe ao estado alimentar essa cadeia, promover mais o que já existe de bom e gerar projetos em áreas deficitárias da nossa cultura. Concordo com tudo!

Concordamos também que a Capitania das Artes não pode esperar só as verbas municipais. O orgão está lá para cavar espaços, arrumar meios de propagação da nossa cultura, abrir diálogos que seriam impossíveis para produtores comuns como eu. Que tal barganhar um Centro Cultural do BNB para Natal. Visitei três deles nesse final de semana e fiquei maravilhado. Seria uma revolução para cidade se isso acontecer e não sairia nenhum real do bolso do prefeitura.

Que tal abrir um debate com o SESC RN e perguntar porque em São Paulo ele é tão ativo na cultura e aqui não.

Discordamos também. César acha que ainda falta identidade aos artistas de Natal, não disse isso com todas as letras, mas deixou a entender. Eu acho que nossa identidade é ser cosmopolita, é cantar em inglês (ou em que língua der na telha), é ter o blues como influência e logicamente ter representantes da cultura popular como referência (e trata-los com reverência).

Fiquei animado, mas não ficarei contemplativo. Pedi para ser ouvido mais vezes, pedi para sugerir mais vezes e quem sabe o papel contestador do rock não ajude a caminharmos para um futuro melhor? Estamos aqui fazendo a nossa parte no processo. É isso…

Anderson Foca é produtor musical, agitador cultural e responsável pela marca DoSol.

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[AGENDA]
PEÇA DO COLETIVO ATORES À DERIVA VOLTA A NATAL DEPOIS DE VIAJAR POR FESTIVAIS DO NORDESTE

3 fevereiro 2009 § Nenhum comentário ainda

“A Mar Aberto”, do Coletivo Artístico Atores à Deriva, estréia na Casa da Ribeira dias 07 e 08 de fevereiro. A peça conta o desejo proibido do pescador José Hemílio pelo jovem Julio e é inspirada em “Grande Sertão: Veredas”, de João Guimarães Rosa. Ingressos no local.

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Where am I?

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