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5 comerciais feministas pra desintoxicar do machismo da Schin

Com a colaboração de Larissa Santiago do site Blogueiras Negras

A Schin deu uma bola foríssima com sua campanha para a OktoberFest. Acusada de machismo descarado, beirando o mau gosto, o comercial veiculou apenas alguns dias – e foi retirado do ar pela própria marca depois de protestos irados nas redes sociais.

Claro que se você procurar no Google, você encontra. Mas como o intuito é desintoxicar desse machismo disfarçado de piadinha que impera nas propagandas de cerveja brasileiras, não vou postar o vídeo.

Campanha da Schin para OktoberFest: não vou postar o vídeo por motivos de “não quero repercutir isso”

Pelo contrário. Vou postar aqui 5 comerciais que vão mostrar pra você que nem tudo está perdido. O feminismo pode render grandes ideias e já tem muitos publicitários que não têm vergonha de se informar e lutar por propagandas mais igualitárias.

Vamos à lista.


5) Budweiser – “This Bud’s For You”

Estrelado pela lutadora de MMA Ronda Rousey, esse comercial mostra a força, a dedicação e a determinação de um atleta em busca de superar seus limites e vencer. Podia ser um homem no lugar de Ronda Rousey. Mas não é. E é exatamente aí que mora o impacto da propaganda. Detalhe: é comercial de cerveja, viu?

 

4) Quilmes – “Igualismo”

Mais uma propaganda de cerveja que rompe com os estereótipos. Aqui a defesa da igualdade entre os sexos até consegue enveredar pelo humor. Emocionante, reflexivo, potente no conceito, esse comercial ganhou até paródia para vídeo de casamento.

 

3) Chevrolet – Dia Internacional da Mulher

Um comercial nacional pra você não ficar pensando que todo publicitário brasileiro é machista. Em forma de documentário, essa ação da Chevrolet vai no mais óbvio para desconstruir preconceitos: quando não temos a influência pesada dos preconceitos da vida adulta, meninos e meninas são realmente iguais.

 

2) Marisa – Dia dos Pais

Mais um brasileiro. Com delicadeza, esse comercial mostra a força de muitas mulheres aproveitando uma data incomum: o Dia dos Pais. Homenagem inesquecível dentro de um conceito irrepreensível.

 

1) Always – Like a Girl

Esse comercial paralisou a audiência do SuperBowl 2015 e arrastou vários leões em Cannes. Merecido. Com uma simplicidade contundente, a Always mostra que agir “como uma menina” já pode deixar de ser um insulto, grato.


E aí, tem algums comercial pra acrescentar na lista? É só deixar o link nos comentários.

 

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coca-cola publicidade floresta amazônica
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O ano em que a Coca-Cola salvou o mundo

Um grupo de criativos se uniu em torno de uma meta quase impossível: convencer a Coca-Cola a não gastar um só centavo em propaganda no ano que vem.

US$ 3 bilhões/ano: essa é a verba de publicidade da Coca-Cola.

Liderados pelo freelancer Gareth Broadbent, o grupo se batizou de Good Things e pretende usar a força criativa de seus membros para gerar ideias que possam resolver os problemas do mundo.

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O grupo Good Things quer que a Coca-Cola use toda a sua verba de publicidade para salvar a Floresta Amazônica: sim ou sim?

Com membros em Amsterdam, Londres e Nova York, a primeira grande iniciativa da Good Things é a campanha Buy The World a Hope: basicamente, trata-se de fazer com que a Coca-Cola use os mais de US$ 3 bilhões de sua verba publicitária para salvar a Floresta Amazônica.

Os argumentos são muitos. O principal é que 83% dos consumidores afirmam que mudariam suas escolhas por marcas que fizessem algo para tornar o mundo um lugar melhor.

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E se todas as empresas do mundo se unissem em torno dessa causa? Sim ou sim?

Em entrevista ao Amsterdam Blog, Gareth afirma que a verba das grandes marcas ultrapassa o montante de US$ 450 bilhões por ano. “Então comecei a pensar o que uma pequena fração desse dinheiro realizaria se fosse usada de uma forma diferente”, afirmou ele.

US$ 450 bilhões/ano: essa é a soma da verba de publicidade das grandes marcas mundiais

A proposta é bem simples: a Coca-Cola usaria os 3 bilhões de dólares em ações para salvar a Floresta Amazônica do desmatamento, fato que garantiria a sobrevivência em longo prazo de diversas espécies de animais – incluindo os humanos.

Segundo o grupo, este seria o maior case de marketing de toda a história. Veja o vídeo que explica ação em pormenores.

Convenceu você? Bom, segundo Gareth, a ação foi criada em cima da visão que o CEO da Coca-Cola tem defendido em entrevistas: se não for bom pros negócios e pro mundo ao mesmo tempo, não é bom pra Coca-Cola.

Em pouco mais de duas semanas, mais de 1.000 pessoas já apoiaram a campanha.

Você pode assinar a carta que pede à Coca-Cola pra aceitar essa proposta clicando aqui e também seguir a iniciativa no Facebook, no Twitter e no Instagram.

E vamos torcer para que 2016 seja conhecido como o ano em que a Coca-Cola salvou o mundo.

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INTERNET

Desvende os mistérios da websérie “The Vault”

A internet quebrou depois que a Netflix anunciou que produziria uma temporada completinha da websérie brasileira “3%”. Merecido. A história é ótima, bem feita e instigante. Além de ser brasileiríssima, né?

Mas não é a única websérie que merecia ganhar os streamings da vida.

Eu acrescentaria nessa lista a americana The Vault. E antes que você torça o nariz dizendo “série americana de novo?”, dê uma chance a esse produto.

Criada pelos jovens Aaron Hann & Mario Miscione em 2011, The Vault tem uma trama originalíssima, mas que lembra muito o filme cult “O cubo”.

Prepara: 150 pessoas estão participando de um reality show chamado The Vault. No programa, cada um fica numa sala branca com pouquíssimos utensílios e deve sobreviver ali por sete dias.

O grande lance é que há um quebra-cabeças enorme para resolver, em que os utensílios presentes em cada sala se completam até a solução do mistério.

Quem conecta todas as salas é o personagem Henry, também conhecido como O Operador, um participante do reality show que está numa sala com um interfone e pode falar com todas as outras salas.

Assista ao episódio zero (que na verdade é um trailer):

Filmada com baixíssimo orçamento (os atores, por exemplo, gravaram na brodagem, apenas pra fazer portfólio), “The Vault” surpreende pela qualidade.

Nada parece ter sido feito para economizar. Pelo contrário. O uso de cenários minimalistas e nenhum efeito especial realmente parece ter sido de propósito, uma espécie de escolha estética. E isso é ótimo.

O roteiro também dá show. Reviravoltas, surpresas, soluções e dúvidas. Muitas dúvidas. Chamada pela imprensa de “o Lost do Youtube”, “The Vault” tem quase 200 mil inscritos no YouTube e garantiu a seus criadores a oportunidade de filmar o intrigante filme “Circle” (que ainda não tem data de estreia no Brasil).

Em entrevista pro site Reelseo, os criadores revelaram que “The Vault” foi inteiramente filmada na sala de estar do apartamento de um deles.

“Se um dos vizinhos dava uma festa e fazia muito barulho, tínhamos que fazer uma pausa ou pedir educadamente para baixarem a música”, contaram na entrevista.

Um projeto feito totalmente na raça, The Vault é um sopro de criatividade bem-vindo.

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APP, INTERNET

Como fazer crianças aproveitarem mais ainda seu iPad

Há algumas semanas postei aqui sobre o Wi-Q, um aplicativo que transforma redes wi-fi num quiz para que as crianças estudem enquanto usam tablets.

Hoje descobri o Osmo, um misto de aplicativo com acessórios físicos que tem o mesmo intuito do Wi-Q: transformar a inevitável tecnologia em algo educativo e divertido.

Criado pela startup de mesmo nome, o Osmo acaba indo muito além do Wi-Q com engenhosidade e simplicidade. Uma câmera acoplada no topo do iPad rastreia os movimentos das crianças para que elas possam interagir com objetos reais e virtuais ao mesmo tempo.

Com o Osmo, uma câmera acoplada no topo do iPad rastreia os movimentos das crianças para que elas possam interagir com objetos reais e virtuais

Isso torna a brincadeira essencialmente geração Z:  não há separação entre o digital e o real, entre o virtual e o físico, e tudo flui de maneira criativa e instigante. Não entendeu nada? Veja o vídeo.

Incrível, não é? Sim ou sim?

Além de crianças e pais, o Osmo também está mirando nos educadores. A mescla elementos reais e virtuais abre um leque de possibilidades enorme para a sala de aula. E a startup está de olho nisso. Nesse outro vídeo, tem mais detalhes.

Levar o Osmo para as salas de aula parece ser uma estratégia bem consistente da fabricante do brinquedo. Para quem mora nos Estados Unidos, está disponível o programa Play One Give One: você compra um Osmo pro seu filho e a fabricante dá um de presente para a escola dele.

Se você se interessou, o kit Osmo completo (que inclui a câmera rastreadora, a base para o iPad e os jogos Words, Tangram e Newton) sai por apenas US$ 79,90. Sem frete.

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MÚSICA

Ouça “Interior” de Jéf agora, neste exato momento, corra

Aí você é daquele tipo que acha que música romântica tem que ser assim e assado, desse jeito ou de outro, sempre do mesmo jeito, com a mesma pegada. Aí você ouve “Interior”, segundo álbum do gaúcho Jéf. Aí você pensa: Porra, muito bom, porra, muito bom, porra muito bom. Essa é minha resenha.

Jéf foi o vencedor do Breakout Brasil, reality de música exibido pelo Canal Sony em 2014 (e que eu solenemente não assisti). E lançou mês passado, agora por uma grande gravadora, o seu segundo álbum. Pelas minhas pesquisas na web, “Interior” contém apenas três faixas inéditas e releituras das músicas que estavam em seu primeiro álbum. Mas não importa. Não consigo explicar. Apenas sentir.

A sonoridade do cara é incrível. Classificado como indie folk pela gravadora, o que percebo é que não consigo mais definir os estilos musicais. Tem uma pegadinha rock leve, algo de indie pop, uma sugada absurda em MPB, com tudo misturado para fazer um álbum leve, romântico, muito gostoso de ouvir. E com letras incríveis. Me lembrou bastante o Gram lá no seu comecinho.

Sem mais delongas. Taí o álbum abaixo. Ouça e sinta.

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LITERATURA
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Projeto de artista potiguar leva grafite para empresas

O grafiteiro natalense Toliga, aka James Williams, teve uma ideia interessante. Como os muros que vinha pintando Brasil afora começaram a chamar atenção de empresários, que solicitavam a pintura de paredes internas de suas empresas, Toliga criou o projeto Parede Colorida.

Através desse projeto, donos de bares, escolas, associações e empresas descoladas poderão solicitar orçamentos de grafites exclusivos para seus estabelecimentos. Uma maneira bacana de sair da mesmice e dar um pouco de cor ao ambiente de trabalho.

Agora dá uma sacada nas artes do cara. Coisa fina.

Além de grafite, Toliga também está atacando em quadros personalizados. Uma maneira legal de levar a cor desse artista pra dentro de casa sem que você precise disponibilizar uma parede inteira pra ele. :o)

Palhaço. 30x50cm R$ 150,00

Os orçamentos podem ser solicitados pelo Whatsapp 081971191703 ou pelo e-mail jwmmelo@gmail.com. Se quiser espalhar por aí, encerro com a arfte de divulgação do projeto.

Lamina Toliga

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Fleety
INTERNET

Fleety, o app pra ganhar dinheiro com seu carro

Seu carro fica parado a maior parte do dia, correto? E é nessa verdade que se apoia o serviço da startup Fleety. Se seu carro fica parado a maior parte do dia, por que não alugá-lo nesse tempo ocioso?

Criado por André Marim, paulista radicado em Curitiba, o Fleety usa os fundamentos da economia colaborativa para gerar negócios. O sistema é simples: você cadastra seu carro (informando quantos quilômetros ele faz por litro e quanto você quer receber por hora de aluguel) e aguarda alguém solicitar a locação.

como ganhar dinheiro alugando o carro

Quando receber uma notificação, você diz se topa ou não — sim, você pode recusar se não estiver interessado naquele momento. Quem aluga o seu carro paga, através do Fleety, o valor que você estabeleceu por hora + o combustível que usou (baseado na informação de km/l que você forneceu).

E se bater? O Fleety protege todos os carros com um seguro para danos de terceiros. Simples assim.

A startup brasileira já venceu diversos prêmios de inovação (incluindo aí um investimento de 140 mil reais da aceleradora de startups Abril Plug and Play) e está operando em duas cidades brasileiras: Curitiba e São Paulo. Alguém duvida do potencial do Fleety para fazer mais barulho que o Uber?

Aí fica a dúvida: vale a pena alugar o carro?

Bom, achei no Medium o relato de Guilherme Nagüeva, que é funcionário da startup e resolveu testar o serviço assim que foi contratado.

Miguel alega em seu texto que tem faturado mais de R$ 900,00 por mês com o aluguel do seu antes ocioso automóvel.

O texto Como diminuir os custos com seu carro, a despeito de ter sido escrito por um colaborador da empresa, vale a pena ser lido.

Eis um trecho:

Enquanto todo mundo deixa de fazer algo por conta da negatividade e desconfiança, eu estou aqui com aulas de inglês de graça, fazendo amigos pelo mundo todo, podendo viajar e não gastar 1 centavo com hotel, e, porque não, praticamente zerando parte dos custos de manter um carro.

A economia colaborativa veio pra ficar. O sucesso de serviços como o Fleety e o AirBNB é apenas a ponta do iceberg desse movimento global de compartilhamento.

Life is to share.

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